TRUMPF apresenta manufatura aditiva no Congresso SAE Brasil

A TRUMPF marcará presença no Congresso SAE BRASIL, que acontece entre os dias 25 e 27 de outubro no Expo Center Norte, em  São Paulo. O evento debaterá “A Engenharia Criando a Mobilidade do Futuro – Intermodalidade – Conectividade – Veículos e Sistemas Inteligentes”.

O engenheiro de aplicação da TRUMPF do Brasil, Carlos Alberto Ferreira, será um dos palestrantes do Hub Tecnológico que falará sobre a manufatura aditiva, tecnologia de ponta em que a TRUMPF já está inserida. A TRUMPF abordará, no dia 26 de outubro, às 14:45 horas, o desenvolvimento de mercado, vantagens dos processos Laser Metal Fusion (LMF) e Laser Metal Deposition (LMD) da manufatura aditiva (ou impressão 3D) e suas diferenças; além de esclarecer e indicar as aplicações corretas para cada tipo de indústria. Para finalizar, irá destacar outros processos típicos na indústria automotiva como aplicação nos processos de soldagem remota, corte 3D (hot-forming) e solda brazing.

Segundo o engenheiro de aplicação da TRUMPF do Brasil, a empresa foi escolhida para apresentar o tema no Congresso por estar sempre à frente quando o assunto é inovação tecnológica. “A TRUMPF é líder mundial em tecnologia laser e está presente nas maiores empresas do setor automotivo: Volkswagen, Mercedes, Audi, Scania; setor de autopeças: Meritor, Benteler, Gestamp, Schaeffler e Ina e o setor agrícola: John Deere, CNH, entre outras. O processo de manufatura aditiva é bastante promissor para a inovação da indústria”, comenta o palestrante.

Ferreira explica que a manufatua aditiva permite criar componentes a partir de um modelo CAD 3D , cuja principal vantagem em relação aos processos clássicos é a flexibilidade nos trabalhos, nos quais primeiramente se deve construir as ferramentas. O engenheiro de aplicação da TRUMPF aponta algumas das vantagens da aplicação 3D na indústria: redução de peso em até 50% e melhores propriedades mecânicas. Em outras aplicações, a customização ou a personalização é um diferencial.  Fabricantes de joias podem produzir peças únicas. “Tudo é possível, desde ferramentas simples ou complexas até moldes para uso na medicina e odontologia. Há também um grande potencial na indústria aeronáutica, como por exemplo, a construção de turbinas. Existe um interesse em diversas áreas no processo de manufatura aditiva”, explica.

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