ABIMEI amplia sede para oferecer melhorias a associados

A ABIMEI – Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais – passou a operar em uma nova sede. Com o dobro da área do antigo escritório, o novo espaço permite que a entidade possa oferecer, ao longo do ano, uma programação de cursos e palestras, com benefícios para empresas associadas.

“Nosso objetivo é melhorar continuamente o serviço que prestamos aos associados”, observa Paulo Castelo Branco, presidente da ABIMEI. “O escritório que passamos a ocupar agora oferece novas possibilidades, pois conta com uma sala multifuncional, recursos e facilidades antes indisponíveis”, completa o dirigente.

A nova sala é no mesmo prédio que a ABIMEI já ocupava, na Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 1500, mas agora no sexto andar, e não mais no quarto.

A ABIMEI está elaborando a programação de palestras e eventos já para o segundo semestre de 2017. Os temas devem cobrir áreas de interesse das empresas associadas, como finanças, crédito, comércio exterior, legislação, entre outros.

As três razões para se requerer uma recuperação judicial

A Lei nº 11.101/2005 substituiu o antigo procedimento da concordata criado em 1945, trazendo novos mecanismos para que a sociedade em crise possa se soerguer ao possibilitar a renegociação das suas dívidas e a reestruturação das suas atividades para que o passivo não volte mais a se acumular.

Na prática, verifica-se que os motivos pelos quais uma empresa requer sua recuperação judicial se dividem em três, dependendo do momento e do objetivo que se pretende alcançar.

O primeiro motivo, ainda que menos comum por conta da cultura do empresário brasileiro, diz respeito àquela empresa que, enxergando uma situação na qual seus indicadores econômico-financeiros evidenciam que está caminhando para uma crise, requer sua recuperação judicial de modo a sanar suas atividades antes mesmo que tenha que se socorrer de operações financeiras com as quais nem sempre consegue honrar.

Esse, diga-se de passagem, é o melhor momento para o ajuizamento da medida recuperacional, uma vez que a empresa ainda não possui um passivo expressivo e goza de credibilidade perante seus credores e seus agentes financeiros, possibilitando, por outro lado, a implementação de medidas logísticas e administrativas para sanear a sociedade.

Evidentemente, nenhum credor deseja submeter seu crédito a um plano de recuperação judicial, seja pelo fato de que terá que esperar, no mínimo, 180 dias para que os pagamentos se iniciem, seja pelo fato de que, certamente, teriaque arcar com o deságio comumente previsto nos planos apresentados.

Todavia, sem sombra de dúvidas se trata de um cenário no qual o endividamento do devedor ainda é de menor monta, possibilitando que a dívida seja quitada em menor tempo e sem que o deságio seja demasiadamente excessivo, resultando, assim, em uma perspectiva de recebimento pelo credor muito mais otimista do que na hipótese em que o requerimento da recuperação judicial é postergado, o que torna necessário o emprego de medidas muito maisseveras.

Obviamente, nenhuma situação é igual à outra, mas podemos afirmar com certa margem de certeza que a recuperação judicial ajuizada nesse estágio inicial da crise tem chances muito maiores de ser realmente eficaz no saneamento da empresa do que aquela requerida defensivamente, que é a segunda razão que será demonstrada a seguir.

Por ter títulos protestados que somam ao menos 40 salários mínimos, ou pornão possuir bens para indicar à penhora ou disponibilidade de caixa para depositar a quantia executada, o devedor entra em uma zona de risco na qual seus credores podem pedir sua falência.

Ainda que muitos dos credores, ao requererem a quebra de uma empresa, o estejam fazendo unicamente para pressionar o devedor a pagar a dívida – uma vez que, se esta não for paga ou repactuada, a falência será decretada–, um cenário muito perigoso acaba se instalando.

Se o devedor possuir recursos para quitar a dívida no ato, ou se tiver um fluxo de caixa que comporte a renegociação do débito, certamente optará por uma dessas saídas para nãodeixar que seja decretada a falência de sua empresa.

Fazendo isso, o empresário, de certa forma, acena ao mercado que, se for ajuizado um pedido de falência contra sua empresa, ele dará algum jeito de pagar a dívidapara evitar a quebra, incentivando, assim, a possibilidade de que todos os demais credores façam a mesma coisa para receberem seus respectivos créditos.

Vale ressaltar que, ao ser citado em um processo de falência, o devedor tem apenas três opções: (i)pagar a quantia devida; (ii)contestar o pedido – lembrando aqui que a defesa tem que ser absolutamente consistente de modo a desconstituir integralmente a dívida objeto do pedido –; ou (iii)requerer a sua recuperação judicial.

Quando o devedor requer sua recuperação judicial em defesa a um pedido de falência, é forçoso se concluir que, em primeiro lugar, a dívida é válida, não comportando defesa que afaste a possibilidade de quebra, e, em segundo, que não há caixa disponível para pagamento ou renegociação da dívida.

Nessa situação em que o aperto de caixa limita o espaço para manobras, o sucesso da recuperação judicial dependerá da imposição de duras condições de pagamento aos credores, o que pode tornar a aprovação do plano inviável se o processo não for bem conduzido pelos profissionais contratados pelo devedor.

A terceira razão para se requerer uma recuperação judicial, embora presente desde o início da vigência da Lei nº 11.101/2005, começou a ter mais força com a crise pela qual o Brasil está passando e com a consequente desvalorização da moeda.

Estabelece a supracitada lei que se o plano de recuperação prever a alienação de uma filial ou unidade produtiva isolada do devedor, o juiz determinará que se faça um leilão no qual o arrematante não será sucessor de qualquer dívida, seja trabalhista, fiscal, bancária ou de qualquer outra natureza.

Assim, o arrematante dessa filial ou unidade produtiva isolada sabe aos centavos o que está comprando, tendo o conforto e a segurança de que não será surpreendido no futuro por algum passivo oculto.

Logo, o ambiente criado pela diminuição do valor das empresas por conta da crise, pela desvalorização da moeda e pela garantia legal de que não haverá sucessão do arrematante, acabou por atrair diversos fundos de investimento estrangeiros interessados em expandir seus negócios para o Brasil.

Hoje em dia, é bem comum que fundos de investimento interessados em comprar empresas exijam que elas requeiram recuperação judicial, de modo a garantir que os ativos a serem adquiridos não serão contaminados por dívidas do passado.

Esse, portanto, tem sido mais um motivo que explica o recorrente aumento dos requerimentos de recuperação judicial nos últimos semestres.

Por fim, vale ressaltar que esses três motivos para se requerer uma recuperação judicial não são excludentes entre si, podendo ocorrer de forma cumulativa.

Independentemente disso, a empresa deve sempre buscar assessoria de profissionais especializados na matéria, já que a doença da crise pode ser agravada se o diagnóstico e o remédio receitado forem errados.

 

Guilherme Camará Moreira Marcondes Machado, sócio do escritório Marcondes Machado Advogados e especialista em reestruturação de empresas, administração de passivos e recuperações judiciais.

Fórum de Cooperação Industrial Brasil-Coreia acontece em São Paulo, no dia 09 de Maio

O Fórum de Cooperação Industrial Brasil-Coreia acontece em São Paulo, no dia 09 de Maio de 2017, no Hotel Tivoli Mofarrej. O evento é uma iniciativa do Ministério do Comércio, Indústria e Energia da Coreia em colaboração com a Divisão Comercial do Consulado da República da Coreia (KOTRA). O Fórum tem como objetivo fomentar a cooperação bilateral entre a indústria brasileira e a coreana.

Para mais informações, clique aqui.

ExpoBener/Makino cresce e firma-se no setor

“Qualidade a cada ano que passa.” Essa é a frase que melhor representa a 4ª edição da ExpoBener/Makino, realizada de 10 a 12 de abril, e que contou com o apoio da FEIMAFE 2017. Durante o evento, 33 empresas parceiras dos mais variados setores, tais como sistemas de medição, softwares, sistemas de fixação, lubrificação, ferramentas de corte, entre outros, apresentaram seu portfólio e receberam os visitantes.

O evento também impressionou pela qualidade das palestras. Entre as mais esperadas, destaque para a apresentação do presidente da ABINFER (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas), Christian Dihlmann, e da AB Safe,empresa de engenharia de automação e segurança, especializada na adequação de máquinas à NR 12. “Elas trouxeram informações sobre temas fundamentais para todos da indústria e não poderíamos deixar de apresentar na ExpoBener/Makino”, comenta Carlos Eduardo Ibrahim, diretor da Makino no Brasil. Ricardo Lerner, diretor do Grupo Bener, também elogiou a programação. “Os temas atraíram os visitantes”.

O número recorde de inscrições e a presença garantida dos novos apoiadores nas próximas edições mostram que o evento já conquistou prestígio e importância na agenda de feiras do setor metal-mecânico. “A ExpoBener/Makino tem sido uma excelente opção de networking. É um evento em que todos os expositores se completam”, analisa Ibrahim. Ricardo Lerner concorda com o sucesso da feira e garante outras edições. “A cada feira, percebemos que melhorou a qualidade dos visitantes. Isso nos dá a certeza de que nosso trabalho está dando certo e que a ExpoBener/Makino já é aguardada pelo setor”, diz.

Uma das expositoras e parceiras da Makino e do Grupo Bener, a Haimer confirmou o sucesso e qualidade desta edição da feira. “Apareceram clientes importantes e pudemos conversar sobre novidades e expectativas para os próximos meses”, explica Kleber Zibordi, gerente nacional de vendas e produto da empresa.

Sobre a Makino

Líder mundial em centros de usinagem CNC de alta tecnologia, a Makino fornece uma ampla gama de máquinas de corte de metal e máquinas EDM de alta precisão. Suas soluções flexíveis de automação reduzem os custos e aumentam a produtividade em uma variedade de volumes de produção e projetos. A empresa oferece experiência e liderança no desenvolvimento de projetos para as aplicações mais exigentes de todas as indústrias. No Brasil, desde maio de 2000 a Makino mantém parceria com o Grupo Bener para representação comercial. Para mais informações, ligue (19) 3826.7373 ou visite:  www.makino.com. Acompanhe a Makino on Facebook: facebook.com/makinomachine e siga no Twitter:  twitter.com/makinomachine.

Mais informações para a Imprensa:

Agência NB de Comunicação

(11) 5051-2087/5051-1426

Nilza Botteon – nilza.botteon@agencianb.com.br

Natália Helen – natalia.helen@agencianb.com.br

O futuro do mercado de impressão 3D

As soluções em impressão 3D têm mostrado rápido crescimento, o que nos faz concluir que essa tecnologia muito em breve estará em praticamente todos os segmentos do nosso dia a dia.

O Brasil não está de fora desses desenvolvimentos. Temos no país grandes centros de tecnologia envolvidos com esse tipo de produto em importantes parcerias com a iniciativa privada.

Criada há cerca de 30 anos, a impressão 3D dependia de grandes máquinas, de alto custo e patenteadas, o que restringia o mercado. Hoje, já com o vencimento do período de algumas patentes, o setor está aberto a novos investidores e desenvolvedores, o que resultou no desenvolvimento, tanto na parte física das impressoras, quanto nos softwares utilizados, o que tem tornado essa tecnologia mais acessível. Em 10 anos a impressora 3D reduziu seu preço de cerca de US$ 20.000 para US$ 500 e tornou-se muito mais rápida.

Além da questão das patentes, a tendência de crescimento desse setor se dá por conta de novas demandas de segmentos diferentes para esse tipo de tecnologia – da área médica, de arquitetura e construção, automotivo, indústria de máquinas e equipamentos, indústria aeroespacial, brinquedos, agricultura, moda, alimentação e tantos outros.

Estima-se que hoje 95% dos objetos fabricados com essa tecnologia envolvam o mercado industrial, mas as demandas por produtos de precisão aumentam, o que gera novas oportunidades de negócio. A cada dia surgem novos modelos de impressora 3D, de tamanhos diferentes e com graus de precisão de impressão variados, dependendo da aplicação a que se presta. Estima-se que até 2027, 10% de tudo o que for produzido no mundo será impresso em 3D.

O Brasil não está de fora desses desenvolvimentos. Temos no País grandes centros de tecnologia envolvidos com esse tipo de produto em importantes parcerias com a iniciativa privada. E no intuito de discutir e ampliar os conhecimentos desse mercado sobre as tendências mundiais, o Brasil vai sediar, em junho, a Inside 3D Printing – Conference & Expo, feira e congresso internacional, que chega a São Paulo pela quarta vez para apresentar o que há de mais moderno no setor.

O intuito é reunir empresários, investidores, pesquisadores, engenheiros, arquitetos, projetistas, profissionais e fabricantes para a disseminação de informações técnicas e de mercado, e mostrar que a oportunidade de negócios é acessível para empresários de pequenas, médias e grandes empresas.

Trata-se de um mercado com um potencial de crescimento indiscutível e com um futuro promissor no Brasil. A impressora 3D, em breve, será uma ferramenta poderosa no barateamento dos custos de produção, aumentará o alcance da população a produtos antes inacessíveis em termos financeiros, além de ser um grande aliado na geração de emprego e renda. Quem ganha com isso é a economia brasileira.

Mônica Carpenter é diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora da Inside 3D Printing no Brasil.

Confira a participação dos associados da ABIMEI na Feiplastic 2017

Quatro empresas associadas à ABIMEI participaram da edição de 2017 da Feiplastic, principal feira da cadeia do plástico no Brasil. Os associados trouxeram à feira máquinas de ponta de diferentes fabricantes que servem para empresas de portes variados.

A BRÁSIA, por exemplo, apresentou uma extrusora de filme, para produção de sacos de lixo, sacolas de mercado etc; duas máquinas de corte e solda (a Fundo 900, para sacos de lixo e sacolas e a Lateral 500, para sacos menores) e uma impressora carimbadeira. “Trouxemos um portfólio completo para quem deseja iniciar uma produção. Essas máquinas dão conta de tudo, desde a extrusão do filme de polietileno até a impressão das marcas nas sacolas”, explica o diretor geral da empresa e dirigente da ABIMEI, Christopher Mendes.

Já a  SIMCO apresentou a Log 250/8 – Fast Machine. Uma máquina rápida voltada para produção de utilidades domésticas, como potes plásticos, tampas, copos, etc. “A Feiplastic é o principal evento do ano para nós”, comenta o diretor comercial da empresa, Adilson Fernandes Marques.

Na HRS Flow, o grande destaque foi a nova versão da FLEXFlow, a FLEX Flow One, inédita no Brasil. Trata-se da evolução de uma máquina lançada dois anos atrás, que mantém a mesma performance, mas com um custo muito menor, pois não requer um comando computadorizado. O gerente geral da empresa, Luiz Carvalho, destacou as qualidades da máquina. “É uma evolução significativa sobre a FLEXFlow, uma máquina muito utilizada na indústria automobilística. É top de linha no mercado”, garante o executivo.

A Eurostec, por fim, apresentou, entre outras máquinas, suas injetoras de plásticos com servomotor. Equipamentos que geram economia de energia, além da alta produtividade.