Yaskawa Motoman apresenta o menor robô industrial do mercado

Mais rápido 20% entre os robôs de pequeno porte, o MotoMini é silencioso, compacto e pode atuar em diferentes áreas, reduzindo ciclos e aumentando a produtividade
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A líder mundial de robôs, a Yaskawa Motoman do Brasil  apresenta ao mercado o  menor  e mais leve robô industrial:  o novo MotoMini, cuja  característica ímpar é a rapidez, ou seja, ele é até 20% mais rápido entre os robôs de pequeno porte.  Com capacidade de carga útil de 0,5 kg, alcance horizontal de 350 mm e vertical  de 495 mm, o Yaskawa MotoMini   foi projetado para atuar em áreas, como montagem, inspeção, embalagem e alimentação de dispositivo, entre outras, favorecendo a produtividade, devido proporcionar redução dos tempos de ciclo.

Desenvolvido para uma ampla gama de aplicações, graças à sua rapidez,  entre outras particularidades que distinguem o Yaskawa MotoMini no mercado, destaque para as opções de posição de montagem, “podendo ser no  plano,  teto ou mesmo em espaços relativamente   reduzidos, não interferindo no leiaute de produção, devido possuir cabeamento elétrico e linhas de ar arranjadas internas”, informa Icaru Sakuyoshi, diretor presidente da multinacional japonesa no Brasil.

Além de compacto e silencioso, o mini robô  eleva o processamento de pequenas partes a um novo patamar de produtividade. “O Yaskawa MotoMini pode ser programado e controlado segundo a norma IEC61131-3 e padrões abertos de programação” , afirma Sakuyoshi.

Sobre 

 

Sobre a Yaskawa Motoman do Brasil

 

Empresa do grupo Yaskawa Electric Corporation, líder mundial na fabricação de robôs industriais, a unidade brasileira tem sede no município de Diadema, Estado de São Paulo e atende todo o território nacional e América do Sul. Além de garantir a instalação eficiente dos sistemas, a equipe da Yaskawa Motoman do Brasil está qualificada para dimensionar e especificar robôs adequados para a necessidade dos mais diferentes processos industriais. A empresa oferece assistência técnica, de modo assegurar a produção ininterrupta das linhas produtivas. Entre os segmentos industriais atendidos, destacam-se: automobilístico, autopeças, linha branca, eletroeletrônica, construção, alimentício e farmacêutico.

 

Mais informações: www.motoman.com.br

Fiesp divulga proposta para retomada da economia em 45 dias

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A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou no último sábado (18) uma proposta para a retomada da economia em 45 dias, caso a disseminação dos casos provocados pelo novo coronavírus esteja sob controle.

O documento foi encaminhado para os associados e defende que a abertura dos negócios seja feita o mais breve possível e de forma gradual, desde que sigam as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Segundo a Fiesp, no primeiro momento será preciso realizar um distanciamento social seletivo para quem está no grupo de risco como idosos, diabéticos, cardiopatas e hipertensos, além das pessoas que estão com a Covid-19.

A entidade também defende o uso disseminado de máscaras por toda a população e horário de funcionamento alternado para os estabelecimentos comerciais, evitando assim a aglomeração de pessoas no transporte público. Na proposta, continuam suspensos os eventos com grande número de pessoas.

De acordo com a entidade, os primeiros estabelecimentos que podem ser reabertos são creches e escolas, restaurantes, comércio varejistas e transporte com frota de horário de pico. No 14º dia seriam reabertos shoppings centers e demais serviços, a reabertura dos parques seria no 28º dia com entrada controlada dos visitantes e por final, cinemas, academias, teatros, museus e universidades no 42º dia.

Na proposta também consta uma sugestão de horário de funcionamento para diversos setores da economia, além de diretrizes que devem ser adotadas no local de trabalho e  em casa. O relatório completo pode ser acessado clicando aqui.

A Abimei está seguindo as recomendações das autoridades de saúde e está atuando junto aos seus associados, desenvolvendo melhores práticas para o desenvolvimento da indústria. Continue acompanhando as nossas redes sociais para receber as nossas atualizações. 

 

Coronavírus: Governo zera imposto de importação de 50 produtos

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O Governo anunciou recentemente uma série de medidas para conter os impactos causados pelo coronavírus na economia. No pacote de medidas ficou determinado que estão zeradas as alíquotas de importação de 50 itens médicos e hospitalares como respiradores e álcool em gel.

Na lista também se enquadram artigos de laboratórios ou farmácia dentre eles: máscaras de proteção de plástico, artigos de uso cirúrgico, vestuário de proteção, capas, casacos e artigos de proteção, entre outros.

De acordo com o comitê executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex), a medida tem validade até o dia 30 de setembro. Além disso, alguns produtos que tiveram seus impostos zerados eram taxados a 35%, no caso de luvas médico-hospitalares. 

As importações desses itens somaram R$ 1,3 bilhão no ano passado, segundo o Ministério da Economia. “Essa iniciativa é fundamental para ajudar no combate da propagação do vírus. Além disso, as medidas já anunciadas irão ajudar na recuperação da nossa economia”, comenta Paulo Castelo Branco, presidente-executivo da Abimei.

A resolução da Camex também determina uma maior fiscalização dos órgãos federais, além do controle na importação e licenciamento dos produtos. Até o momento, mais de 50 países já adotaram medidas do tipo, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC).

 

BRDE investiu R$ 200 milhões na indústria paranaense

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) investiu R$ 201,9 milhões na indústria paranaense em 2019.  Segundo a instituição, os maiores investimentos foram feitos no setor de agroindústria com um total de R$ 147 milhões.

Os investimentos contribuíram para o aumento da produção industrial no Estado que cresceu 5,7%, entre janeiro e dezembro do ano passado, segundo o último relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estática (IBGE).

O Paraná foi um dos Estados que registrou o melhor desempenho no período pesquisado e os setores da indústria que demonstraram o melhor desempenho segundo o IBGE foram: veículos automotores, reboques e carrocerias (25,7%), seguido de máquinas e equipamentos (9,5%) e indústria geral (5,7%). 

Confira abaixo a lista completa:

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Relatório Focus aponta queda na inflação em 2020

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O Banco Central (BC) divulgou nesta quarta-feira (26) a pesquisa do relatório Focus, que traz estimativas sobre os principais indicadores econômicos do País, que apontou uma queda de 3,20% na inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A projeção é que em 2021, se estabilize em 3,75%. Já em 2022 e 2023, a estimativa é que a inflação chegue a 3,50%.

PIB 

O relatório também apontou uma segunda redução na expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,23% para 2,20%. A estimativa é que entre 2021 a 2023, o PIB tenha  alta de 2,50%.

Produção Industrial

A projeção do mercado sobre o crescimento da produção industrial passou de 2,10% para 2,33% e deve ficar estável a 2,50% em 2021, segundo o relatório Focus.

Taxa Básica de Juros

Segundo o relatório do BC, a previsão do mercado é que a Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) continue estável a 4,25% ao ano e somente em 2021, suba para 6%. 

A redução da Selic traz inúmeras vantagens para atividade econômica, como uma linha de crédito mais baixa que incentiva a produção e o consumo, e também gera uma redução no controle da inflação.

 

Governo cria programa Brasil Mais para aumentar produtividade e competitividade das empresas brasileiras

industry-2496192_1920No último dia 18, o governo federal anunciou a criação do programa Brasil Mais que visa aumentar a produtividade de pequenas e médias empresas. De acordo com o Ministério da Economia, a expectativa é que até 2022 mais de 200 mil empregadores sejam atendidos pela iniciativa que deverá receber cerca de R$ 1 bilhão em investimentos.

O programa será coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME) e gerido pelo Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). 

A execução do programa será feita pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que irá disponibilizar mais de 1,1 mil Agentes Locais de Inovação (ALI), para orientação técnica e consultorias individuais para as empresas. Já o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) disponibilizará mais de 1,3 mil consultores e atenderá industrias de 11 a 499 funcionários.

O programa será dividido em duas etapas:

Otimização – essa etapa terá como base a redução de desperdícios, aumentar a produtividade e o estabelecimento de indicadores e metas paras as empresas participantes.

Transformação digital – essa etapa visa estimular o uso de tecnologias digitais para o aperfeiçoamento da produção e gestão das empresas.

Após esse processo, as empresas com maior maturidade passarão para uma terceira fase com projetos pilotos que visam a adoção de tecnologias para a Indústria 4.0. Os interessados em participar do programa podem fazer o cadastro no site do programa.

Abimei Importadores participa de reunião com o cônsul geral da Índia

Parceria irá promover a aproximação dos importadores brasileiros com o mercado industrial indiano

Na última semana, a diretoria da Abimei Importadores manteve em São Paulo uma reunião com o cônsul geral da Índia, Amit Kumar Mishra. Na ocasião, foi fechada uma parceria com o consulado indiano para  promover o intercâmbio de informações, rodadas de negócios e missões empresariais entre os dois países.

Diretoria da Abimei Importadores em reunião com o cônsul geral da Índia, Amit Kumar Mishra

Participaram da reunião o presidente da Abimei, Ennio Crispino, o presidente executivo Paulo Castelo Branco e o diretor financeiro, Christopher Mendes. Com o intuito de impulsionar o crescimento da produção industrial nacional, a parceria trará grandes benefícios para ambas as partes. 

“Essa parceria proporcionará muitas vantagens para os nossos associados que têm interesse em importar equipamentos da Índia, para o mercado industrial brasileiro”, comenta Paulo Castelo Branco.

No início do ano, o Brasil assinou 15 acordos bilaterais com a Índia para ampliação do comércio, inclusive nas áreas de tecnologia, energia e segurança. Segundo o governo indiano, atualmente a Índia investe cerca US$ 6 bilhões no Brasil. 

De acordo com o Ministério da Economia, em 2019 o Brasil importou US$  4,25 bilhões da Índia e o número de exportações chegou a US$ 2,76 bilhões.”Estamos otimistas em relação à essa parceria que irá contribuir para o desenvolvimento da nossa indústria”, comenta Ennio Crispino. 

Estamos trabalhando para que nos próximos meses tenhamos ainda mais novidades para os nossos associados”, sinaliza Christopher Mendes. 

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Fenasucro 2020: hackathon internacional inédito no setor de bioenergia acontecerá durante o evento com 20 equipes

O “Canathon” envolverá gênios de diversas áreas por três dias na busca de soluções sustentáveis e inovadoras para as demandas do setor, que serão apresentadas ao final da maratona

A FENASUCRO 2020 será o palco do primeiro hackathon internacional voltado para o setor de bioenergia. A ação chamada de CANATHON acontecerá por 3 dias consecutivos durante a feira, envolvendo até 20 equipes que buscarão soluções sustentáveis e inovadoras para as demandas apresentadas pelas empresas do setor.

FENASUCRO traz hackathon internacional inédito no setor de bioenergiaOs organizadores do evento destacam que a proposta é estimular a busca por projetos que promovam o melhor aproveitamento e eficiência da bioenergia.  “A FENASUCRO é a maior feira de BIONERGIA do mundo, por isto, sempre buscamos conceitos, discussões e soluções inéditas que possam ser aplicadas na prática e impactar o setor. O Canathon é uma inovação que temos certeza trará projetos efetivos neste sentido”, afirma Paulo Montabone, diretor da FENASUCRO.

Em um espaço que será construído dentro do evento, os estudiosos, cientistas e empreendedores selecionados se reunirão em três dias (num Hackaton, normalmente não há intervalo nem para o descanso noturno) para criar novas ideias e apresentar para o mercado e investidores.

O Canathon será realizado em parceria com a Think Lab Brasil. 

Ouvir, Pensar, Agir: as etapas do Canathon começam nas usinas e terminam na Fenasucro

Primeiro, o  Canathon “ouvirá” as usinas e empresas do setor. “A primeira etapa é exatamente consultar o mercado e as empresas de bioenergia sobre quais são suas principais demandas que precisam ser solucionadas de forma estratégica”, explica Marcos Eduardo de Oliveira, da Think Lab Brasil.

Após a consulta serão abertas as inscrições para profissionais e grupos interessados do mundo inteiro, que passarão por uma seleção. Durante o “confinamento”, que acontecerá dentro da própria feira, entre os dias 19 e 21 de agosto, os participantes trabalharão dia e noite em busca de solucionar os desafios propostos, com direito a dinâmica e intervenções.

“Vamos reunir pessoas do Brasil e do exterior que, em uma atividade colaborativa e com uma mentalidade nova, irão sugerir soluções, que serão apresentadas para uma banca formada por especialistas do mercado”, explica Oliveira.

Por meio do Canathon, a FENASUCRO busca expandir o potencial estratégico do setor de bioenergia promovendo a aproximação de desenvolvedores de novas tecnologias. “Esse será o primeiro evento a fazer a ponte entre o setor de bioenergia e as inovações de grupos ligados ao mercado financeiro e de tecnologia. Essa experiência representa uma oportunidade de desenvolvimento estratégico para esse mercado em expansão”, afirma Paulo Victor da Silva, da Think Lab Brasil.

Experiências

A FENASUCRO é o único evento da América Latina a reunir inovações e conteúdo de alto nível técnico voltados para as indústrias alimentos e bebidas, papel e celulose, biodiesel, usinas de etanol/açúcar, usinas de etanol de milho, distribuidora e comercializadora de energia agrícola.

Realizada pelo CEISE Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis) e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, que possui a expertise de 18 feiras em oito países, tem como principal característica ser a facilitadora da interação entre empresas, governos, universidades e sociedade civil, fomentando a geração de novos negócios, disseminando conteúdo e conhecimento técnico e aproximando comunidades.

Assim, além do “Canathon”, a FENASUCRO contará com painéis, palestras, mesas de debates e demonstrações técnicas permitindo um ambiente de negócios favoráveis para um networking qualificado, troca de experiências e aperfeiçoamento profissional.

Em 2020, a FENASUCRO acontecerá entre os dias 18 e 21 de agosto, em Sertãozinho (SP).

Principais tendências tecnológicas para a indústria em 2020

Os investimentos tecnológicos na indústria deverão movimentar o mercado brasileiro em 2020. Já no início do ano, o Brasil anunciou a criação do primeiro centro de pesquisas e estudos voltados para a  indústria 4.0, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

De acordo com o Ministério da Economia, além de estimular a adoção de novas tecnologias, o novo centro chamado de C4IR também tem como propósito inserir o  Brasil nas cadeias globais de valor. 

A indústria 4.0 é apontada como a principal alternativa de desenvolvimento tecnológico para o Brasil. Fazem parte da chamada Quarta Revolução Industrial os termos: digitalização, IOT (Internet das Coisas), inteligências artificial, big data, robótica, automatização e outras tecnologias. 

O economista e presidente executivo da Abimei, Paulo Castelo Branco listou as duas principais tendências da indústria para 2020.

IOT (Internet das Coisas)

Um estudo do BNDES apontou que a implementação de tecnologias voltadas para a IOT devem movimentar US$ 45 bilhões na indústria brasileira, até 2025. Essa tecnologia ajuda na otimização de processos, por meio dela é possível obter diagnósticos médicos, saber quando há vaga em um estacionamento, por exemplo, mas ela também tem um papel de relevância no setor industrial, pois permite otimizar os processos. Nas fábricas, as principais vantagens são: redução de custos, aumento da produtividade, maior segurança no trabalho e controle da jornada de trabalho da equipe.

Rede 5G

A rede móvel 5G terá velocidade 10 vezes mais rápida do que a atual 4G. Para os consumidores, a tecnologia vai permitir que mais dispositivos acessem a internet móvel ao mesmo tempo, melhorando também o tráfego de dados. Segundo especialistas em tecnologia, a rede 5G trará impactos positivos para a indústria como maior eficiência e velocidade, e diminuição de perdas, pois será possível personalizar e automatizar o tempo de respostas das máquinas. 

Além disso, ela trará mais segurança para os carros autônomos que poderão se comunicar entre si, e a internet das coisas será uma realidade. Disponível em alguns países da Europa, Estados Unidos e Coreia do Sul, a nova tecnologia deverá começar a funcionar no Brasil a partir de março.

 

OCDE: vantagens da entrada do Brasil no “clube dos ricos”

Os Estados Unidos anunciaram recentemente que vão priorizar a entrada do Brasil na OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Conhecido como “clube dos ricos”, o grupo tem entre seus membros Japão, países da União Européia, assim como nações emergentes como a Coreia do Sul, Chile, México e Turquia. Caso a iniciativa seja aprovada, a expectativa do Ministério da Economia é que em até dois anos o Brasil faça parte do seleto grupo.

Fundada em 1961, a OCDE possui 36  países membros que têm o objetivo de aperfeiçoar as políticas públicas em áreas como saúde, desenvolvimento, bem-estar, educação, combate à corrupção, meio ambiente, governança, economia, entre outros assuntos. 

O Brasil participa dos comitês e grupos de trabalho da organização desde 1990, e desde 2007 atua no processo de engajamento ampliado, juntamente com  a África do Sul, China, Índia e Indonésia. Além disso, é considerado parceiro chave da OCDE desde 2012, mas somente em 2017 realizou o pedido formal para participar do grupo.

O ingresso brasileiro na OCDE deverá trazer diversos benefícios para o País, entre eles credibilidade na comunidade internacional, que poderá trazer mais investidores, diminuir alguns custos com a captação de empréstimos e melhorar a gestão interna. A transparência na economia é outra vantagem dessa participação, sendo este um dos requisitos para a aprovação da entrada na organização. 

O Brasil também poderá ter voz ativa nas definições de acordos internacionais. Em contrapartida, para fazer parte do grupo, o Brasil precisará abrir mão da  Organização Mundial do Comércio (OMC), que oferece vantagens como flexibilidade e maiores prazos no cumprimento de acordos.

Dentre os seis países que pleiteiam uma vaga na OCDE, o Brasil é o que mais aderiu às exigências solicitadas para entrar no grupo, sendo 32% dos 254 instrumentos, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Já a Argentina aderiu 19% das regras, seguida da Romênia (17%), Peru (17%), Croácia (10%) e Bulgária (7%).