Pilz realizará o fórum online gratuito: Aplicações de segurança em máquinas conforme a NR-12

A multinacional alemã fabricante de produtos para as áreas de segurança e automação industrial, Pilz do Brasil,  realiza, gratuitamente, no próximo dia 24 de setembro, das 15h às 16h30,  o fórum  ao vivo sobre “Aplicações de segurança em máquinas conforme a NR-12”, evento que conta com as parcerias da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) e aIMI Norgren (líder mundial em tecnologias de controle de movimento e de fluidos).
Durante uma hora e meia, tempo previsto para a realização do fórum, os participantes terão a oportunidade esclarecer dúvidas referentes às aplicações e soluções da norma NR-12, com três especialistas no assunto que irão compor a bancada do evento: Maurício Barile, CMSE® Certified Machinery Safety Expert, gerente de Treinamento e Suporte a Clientes da Pilz; Roberto do Valle Giuliano, Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho e Pesquisador da Fundacentro; e Gilberto Lopes da Silva, gerente de Desenvolvimento de Negócios–Automação Industrial na IMI Norgren.
Serviço: “Aplicações de segurança em máquinas conforme a NR-12”, fórum online gratuito
Data: 24 de setembro de 2020
Horário: das 15h às 16h30

Competitividade

A importação brasileira sinaliza queda de 35,5% em julho, segundo CNI.

Falta de investimentos em tecnologia e torna-se um dos principais fatores que indicam a carência de competitividade com outros países

A falta de investimentos em tecnologias é um dos gargalos da indústria nacional. Uma pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria, instituição máxima de organização do setor industrial brasileiro), mostra que o Brasil é o penúltimo no ranking competitividade. O estudo realizado com 18 nações mostrou que os principais fatores que prejudicam a economia brasileira em comparação aos outros países é o peso e a complexidade dos impostos.

Com a chegada da crise causada pela pandemia, o fomento do setor industrial, o aumento da participação do PIB e a ampliação de competitividade do Brasil tornou-se essencial para a recuperação econômica nacional. Segundo a CNI, as importações reduziram 35,5% no mês de julho, resultando queda de 10,5% no primeiro semestre. Dado isso, a Abimei (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos Industriais) fundamenta a questão da importação para que o Brasil seja capaz de equiparar a competitividade com outros países.

“A falta de investimentos em tecnologias é um dos problemas que impedem o desenvolvimento da indústria nacional. Em razão disso, é necessário que invista neste tipo de conduta e que haja importação de bens de capital para que a indústria brasileira se desenvolva a ponto de ser tornar tão competitiva como à outros mercados.” explica Paulo Castelo Branco, economista e presidente executivo da Abimei (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos Industriais), 

O Relatório divulgado pelo Banco Mundial indicou que a renda per capita brasileira condiz a 20% dos Estados Unidos. Contudo, esse número seria acima de 50% caso tivesse a mesma capacitação e investimento em bens de capital e tecnologia de ponta. 

 

Indústria 4.0 – Principais tendências em manufatura

A indústria 4.0 é caracterizada por tecnologias que unem o mundo físico, digital e biológico, utilizando Internet das Coisas (IOT), Manufatura Aditiva, Inteligência Artificial (IA), Biologia Sintética e Sistemas Ciber Físicos (CPS). Um estudo recente realizado pela Nokia em parceria com a ABI Research apontou as principais tendências em manufatura para habilitação da Indústria 4.0.

Segundo o estudo, 90% dos entrevistados informaram que estão atualizando em suas operações o uso das redes 4G ou 5G e 74% acreditam que até o final de 2022 já terão atualizado às redes de comunicação e controle.

Entre os tópicos abordados durante a pesquisa estão os principais negócios que impulsionaram o uso das tecnologias 4G e 5G, os entrevistados apontaram as seguintes necessidades: digitalizar e melhorar a infraestrutura em suas empresas (63%), automação com robótica (51%) e alcançar novos níveis de produtividade dos funcionários (42%).

“Os investimentos proporcionados pela indústria 4.0 trarão processos mais ágeis e eficientes para a indústria brasileira, aumentando a produtividade e redução de custos dentro das fábricas”, comenta Paulo Castelo Branco, presidente-executivo da Abimei.

A pesquisa também apontou que automação e upgrades de máquinas é a área prioritária de compra das empresas (47%), e que 41% acreditam ser iniciativas de IoT (Internet das Coisas) e 37% de infraestrutura em nuvem.

Segurança: Como a tecnologia pode auxiliar no retorno ao trabalho presencial em grandes empresas

Vivemos num País que ultrapassa a marca de 2,2 milhão de casos de Covid-19 e quase 80 mil óbitos pela doença.  Nesse contexto, uma grande dúvida permanece entre empresários, stakeholders, funcionários, prestadores de serviço, visitantes e autoridades municipais e estaduais: como garantir um ambiente seguro no retorno ao trabalho presencial?

Claro que temos as ferramentas tradicionais para auxiliar na prevenção da doença, que vão do uso de máscaras, luvas, tapetes com água sanitária e álcool em gel ao distanciamento entre as pessoas. Há também kits de testes para identificação de contaminados com o novo coronavírus, o Sars-Cov-2. Neste caso, os mais confiáveis são do tipo RT-PCR, considerados “padrão ouro” pelo americano Center for Disease Control and Prevention (CDC) para um diagnóstico correto.

Ideal mesmo seria ter uma vacina, mas sabemos que ainda levará um tempo entre a finalização dos testes, produção e chegada à sociedade. Enquanto isso, saiba que é possível ter um nível de segurança aceitável no retorno às atividades, com o auxílio da tecnologia.

Já temos no mercado algumas soluções como os medidores de temperatura – o termômetro digital infravermelho mede a temperatura a poucos centímetros da pele e oferece o resultado em menos de 1 minuto. Além de mostrar em numeral a temperatura, a maioria conta com um sistema de cores: verde quando não há febre, amarelo para febre moderada e vermelho para febre alta.

Os medidores são adotados como padrão em vários protocolos municipais, como, por exemplo, na entrada de shoppings centers e outros locais públicos. Porém, existem dois inconvenientes:  a necessidade de aproximar o aparelho e o fato de que uma temperatura baixa não garante 100% que a pessoa não esteja contaminada.

Isso acaba valendo também para os medidores de temperatura mais sofisticados, como câmeras de controle infravermelho ou termográficas de detecção de calor corporal, mais caros e eficientes. Porém, a dúvida continua: como ter certeza de que uma pessoa não esteja com Covid-19, já que alguns estudos revelaram que é possível carregar o vírus e infectar os outros em até 3 ou 4 dias antes de demonstrar qualquer sintoma? Se ela for assintomática, transmite o vírus e não manifesta febre.

Nesse sentido, startups brasileiras de vários setores estão criando produtos ou adaptando suas soluções para auxiliar a população, neste momento em que o País e o mundo sofrem com a pandemia. Algumas delas utilizam o cruzamento de dados com soluções de Analytics e Inteligência Artificial. Um exemplo é a Sophie, da Stefanini, que usa inteligência artificial para tirar dúvidas. Vantagem: a Sophie pode ser disponibilizada gratuitamente no site ou intranet de uma empresa, com uma extensa base de conhecimento sobre a Covid-19.

Há também outras ferramentas inovadoras que têm desempenhado um papel fundamental na prevenção e combate à doença. São elas:

Mapa brasileiro da COVID-19: o índice mostra o percentual, por estado, da população que está respeitando a recomendação de isolamento social. Com ele, as autoridades podem direcionar recursos de saúde, segurança e comunicação. Informação é a chave no mundo atual e a tecnologia dá acesso a uma infinidade de informações estruturadas. Sem uma forcinha da tecnologia, as informações não passariam de dados desconexos.

Novos produtos: a empresa Aya Tech criou produtos químicos inovadores, utilizando nanotecnologia, como um repelente que pode ser usado em pets e na roupa.  Já a startup Gy lançou um desinfetante que substitui o álcool gel e pode eliminar uma série de vírus, entre eles o SARS-CoV-2. Pesquisadores da empresa paulista Nanox desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus. Foram também lançados robôs com equipamentos Ultravioleta (UV) capazes de eliminar o vírus de ambientes e túneis com vários tipos de produtos são usados na desinfecção de pessoas. A questão é quão segura são para os seres humanos e quais os riscos de exposição. Nesse momento dezenas ou centenas de empresas estão buscando, além de uma vacina, remédios e outros produtos que ajudem a colocar um ponto final à pandemia.

Rastreamento de pessoas: muito se tem falado do rastreamento de pessoas pelos smartphones. O GPS é uma tecnologia disponível há bastante tempo, que pode ser usada para avaliar a eficácia da política de distanciamento social. O GPS do smartphone realmente funciona bem para as autoridades municipais e estaduais avaliarem e compararem dados sobre contágio e percentual de população “em casa” x “fora de casa”. O grande problema é que o GPS não consegue verificar a proximidade exata entre as pessoas. Além disso, existe uma discussão se o uso do GPS para monitoramento de dados sobre contágio implicaria em invasão de privacidade.

Outra tecnologia interessante para rastreamento é o RFID, amplamente usado por empresas de logística, pois permite visibilidade dos processos, precisão e velocidade em toda a cadeia de suprimentos. Os itens podem ser acompanhados, desde o momento que deixam a linha de produção, até o cliente final, permitindo alto controle sobre os estoques, redução de perdas e confiança nos processos de recebimento, armazenagem, separação e expedição.

Com a proposta de garantir uma jornada segura (safety journey, em inglês) na retomada das atividades presenciais, algumas companhias, juntamente com as autoridades responsáveis, avaliam a utilização do RFID para identificar possíveis riscos nos ambientes.

A tecnologia pode rastrear a movimentação de pessoas dentro da empresa. Não apenas dos funcionários, mas também dos prestadores de serviço e visitantes. As etiquetas RFID podem ser colocadas nos capacetes de funcionários, nos uniformes, crachás, em pulseiras autoadesivas para visitantes, ou seja, podem ser aplicadas de várias maneiras, de acordo com o ambiente e necessidade da companhia.

Uma rede de antenas faz a leitura identificando as pessoas, rastreando o fluxo de cada um pelos diversos pontos de leitura, além de permitir ou restringir acessos. Dessa maneira é possível mapear, com precisão, o fluxo de movimentação de cada indivíduo, em quais locais entrou, quanto tempo ficou em cada espaço, quais outros indivíduos estavam no mesmo local e hora. Esses dados ficam registrados no sistema e podem ser consultados dias ou semanas depois para verificação de onde esteve cada indivíduo. É uma forma de auxiliar as áreas de RH, caso surja algum novo caso de Covid-19. A partir do histórico, é possível saber quem exatamente esteve próximo àquele colaborador, locais onde circulou e por quanto tempo, para que a empresa tome as medidas de segurança necessárias e evite novos contágios.

Enquanto aguardamos ansiosos a descoberta e checada de uma vacina, a tecnologia pode ser uma aliada importante no controle da Covid-19, especialmente com o retorno gradual dos colaboradores aos seus ambientes de trabalho.

O importante é escolher bem dentre as soluções inovadoras que podem nos ajudar a reduzir, de maneira significativa, os riscos para que tenhamos uma jornada segura no “novo normal”.

(*) George Millard é CEO da Mozaiko, empresa do Grupo Stefanini.

Stefanini adquire Holding Haus, dona da agência W3haus

Objetivo da multinacional brasileira é ampliar atuação em marketing digital, formando hub que já conta com Gauge, Inspiring e a romena Infinit

São Paulo, julho de 2020 – A transformação digital trouxe novamente o cliente para o centro da estratégia de negócios. Cada vez mais, as empresas estão incorporando, de maneira profissional, o conceito de Customer Experience (CX). E para compreender a jornada do cliente e ficar alinhado com suas necessidades e propósito, o marketing digital desempenha um papel importante. A fim de ampliar o escopo de trabalho neste segmento, a Stefaninireferência em soluções digitais, anuncia a aquisição da holding Haus.

A Haus é um ecossistema de comunicação com quatro empresas, sendo a agência de propaganda W3haus a maior delas. Criada há 20 anos em Porto Alegre, com operações em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, tem entre seus clientes AmbevBauduccoO BoticárioHBOPanvelPetrobrasSantanderTramontina, entre outros.

Focadas em solucionar problemas estratégicos dos clientes criando plataformas de conversa, experiência e conteúdo, as agências fomentarão o ambiente de inovação da Stefanini, que desde 2015 vem realizando uma série de aquisições para compor seu portfólio. A empresa de origem gaúcha integrará o hub de marketing digital da Stefanini, que também conta com a consultoria Gauge,  Inspiring e com a romena Infinit.

De acordo com Guilherme Stefanini, diretor de Novos Negócios do Grupo Stefanini, a chegada da Haus coincide com o momento de crescimento da Stefanini Ventures que, nos últimos quatro anos, multiplicou o faturamento inicial em 9 vezes, sendo que a expectativa é atingir 20 vezes nos próximos dois anos. “A aquisição reforça nossa capacidade de apoiar nossos clientes na cocriação de soluções digitais, da concepção, construção até a comunicação e estratégia de go-to-market”, afirma o executivo.

Para Tiago Ritter, que permanecerá como CEO da W3haus e no conselho da holding Haus, há uma tendência mundial de as empresas se unirem para complementar competências. “Além da sinergia entre as ofertas de marketing digital, queremos estar conectados a um grupo que se destaca pela inovação no mercado global. Já tivemos algumas oportunidades de nos unirmos a grupos internacionais, mas nunca encontramos uma sinergia de pensamento e de valores como no grupo Stefanini. Tenho certeza de que essa união vai gerar uma expansão não só no Brasil, mas ajudar a Stefanini a ser referência de marketing no mundo”.

A W3haus e as outras empresas do grupo continuarão operando de maneira independente. A única mudança significativa é a saída do sócio-fundador Chico Baldini. Ele decidiu se dedicar totalmente a outras atividades que já vinha desenvolvendo, como as artes plásticas. Tiago Ritter e Alessandro Cauduro seguirão como sócios na Haus, com suas funções executivas nas empresas do ecossistema, juntamente com outros sócios minoritários – Fernanda Tegoni, Guilherme Natorf, Larissa Magrisso e Rafael Macedo.

“Com a aquisição, queremos levar ao mercado novas ofertas em marketing digital, que permitam compreender a jornada do cliente, gerar insights e estratégias de negócios, como foco na experiência do consumidor. Realizar análises avançadas de dados dos clientes é fundamental para nutrir o relacionamento e diferenciar as marcas”, complementa Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, que espera realizar mais duas aquisições este ano – uma no Brasil e outra no exterior.

Investimento na indústria 4.0 pode ajudar na retomada da economia no pós-pandemia

Caracterizada por um conjunto de tecnologias como – internet das coisas, inteligência artificial, big data e manufatura aditiva – que integram o mundo físico, digital e biológico, a quarta revolução industrial ou indústria 4.0 deverá movimentar cerca de US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos, segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Já a implementação dessas tecnologias na indústria poderá proporcionar uma redução de R$ 73 bilhões por ano nos custos operacionais dentro das fábricas, além de tornar os processos industriais mais rápidos e eficientes.

Apesar de algumas iniciativas voltadas para a indústria 4.0 estarem suspensas devido à pandemia do novo coronavírus, especialistas da área apontam que no pós-pandemia o conceito ganhará ainda mais força e será fundamental para a retomada da economia brasileira.

Segundo um levantamento divulgado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias), 83% das empresas brasileiras precisarão de inovação para crescer ou garantir a sua sobrevivência no pós-pandemia, tendo a linha de produção como prioridade para  58% das empresas e  a área de vendas para 19%.

Habilidades para a Indústria 4.0

Com um futuro cada vez mais próximo, a indústria 4.0 também trará mudanças nas habilidades exigidas no mercado de trabalho e algumas instituições de ensino já estão adaptando suas grades curriculares para os futuros profissionais da área.

Um levantamento inédito realizado pelo Centro de Inovação Sesi do Paraná apontou as principais habilidades técnicas exigidas  na indústria 4.0. Dentre os pilares tecnológicos estão: cibersegurança, realidade aumentada, simulação, big data & analytics, computação na nuvem, integração de sistemas, internet das coisas, manufatura aditiva e sistemas autônomos.

De acordo com os dados, entre as habilidades comportamentais exigidas estão: comunicação, mentalidade digital, gestão, resolução de problemas, trabalho em equipe, pensamento crítico, gestão de pessoas e aprendizagem ativa.

Índice de Confiança da Indústria tem alta de 15,2 pontos, na prévia de junho

Indicador que avalia o sentimento do setor para o futuro, apresentou crescimento de 20,6 pontos

O Índice de Confiança da Indústria, apurado na prévia da sondagem de junho,  teve alta de 15,2 pontos, na comparação com maio deste ano, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador atingiu 76,6 pontos e se a prévia se confirmar no resultado consolidado, esse será o maior crescimento registrado desde o início da série histórica. 

Para Paulo Castelo Branco, economista e presidente executivo da Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos), o dado divulgado reflete uma importante melhora no setor. “Embora ainda estejamos enfrentando os impactos causados pela crise do novo coronavírus, observamos em junho um maior otimismo do segmento”, comenta. 

No levantamento realizado pela FGV, o Índice de Expectativas, que avalia o sentimento do setor para o futuro, apresentou crescimento de 20,6 pontos, para 75,5 pontos, sinalizando uma percepção mais positiva para a indústria, além de uma recuperação em dois meses de mais da metade da queda observada em abril. Já o Índice de Situação Atual subiu 9,2 pontos na prévia de junho, para 77,8 pontos. 

Outro aumento foi notado no Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), que cresceu 5,9 pontos percentuais, passando de 60,3% em maio, para 66,2% em junho. “Em algumas regiões do País, houve uma flexibilidade maior em relação ao funcionamento da indústria, o que pode justificar esse aumento, com a retomada ainda que tímida, do setor”, explica o presidente executivo da Abimei

A pesquisa foi realizada com 782 empresas, entre os dias 1 e 18 de junho, e o resultado final do levantamento será divulgado no dia 29 de junho. 

Importações de bens de capital crescem 15,5% no primeiro quadrimestre

Categoria “equipamentos de transporte industrial” teve queda de 8,1%, enquanto na classificação “exceto equipamentos de transporte” a alta foi de 19.2%

As importações de bens de capital totalizaram US$ 9485,3 bilhões nos quatro primeiros meses de 2020  e tiveram alta de 15,5%, ante o mesmo período do ano passado, quando o montante chegou a US$ 8214,5 bilhões, segundo dados do Ministério da Economia, compilados pela Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais). 

“As indústrias nacionais investiram na compra de máquinas e equipamentos importados com alta tecnologia no segundo semestre do ano passado e nos primeiros meses de 2020, para melhorar a produtividade, a qualidade e reduzir os custos de produção. O objetivo desta ação seria a percepção do que sempre foi o lema da Abimei, que defende a importação de meios de produção para  produtos manufaturados mais competitivos a nível internacional”. comenta Paulo Castelo Branco, presidente-executivo da entidade.

O volume de equipamentos de transporte industrial importados (subcategoria que se enquadra em bens de capital) teve baixa de 8,1%, passando de US$ 1132,2 bilhão para US$ 1041 bilhão. Já nas importações classificadas como “exceto equipamentos de transporte”, houve crescimento de 19,2% de janeiro a abril deste ano, na comparação com 2019, somando US$ 8444,3 bilhões, ante US$ 7.082,4 bilhões. 

A categoria bens intermediários teve alta de 0,4%, passando de US$ 33182,6 bilhões nos quatro primeiros meses de 2019 para US$ 33299,8 bilhões no mesmo período deste ano. As importações de peças e acessórios para bens de capital (subcategoria de bens intermediários) cresceram 6%, movimentando US$ 6913,4 bilhões no quadrimestre avaliado neste ano, ante US$ 6522,9 bilhões de janeiro a abril de 2019.

O pior desempenho foi observado na subcategoria peças e equipamentos de transporte, na qual as importações recuaram 24,7%, caindo de US$ 3904,8 bilhões para US$ 2938,8 bilhões. As importações totais tiveram queda de 0,4% de janeiro a abril deste ano e movimentaram US$ 55569,9 bilhões, ante US$ 55771,4 bilhões no mesmo período do ano passado.

Yaskawa Motoman apresenta o menor robô industrial do mercado

Mais rápido 20% entre os robôs de pequeno porte, o MotoMini é silencioso, compacto e pode atuar em diferentes áreas, reduzindo ciclos e aumentando a produtividade
MotoMini-series_500

A líder mundial de robôs, a Yaskawa Motoman do Brasil  apresenta ao mercado o  menor  e mais leve robô industrial:  o novo MotoMini, cuja  característica ímpar é a rapidez, ou seja, ele é até 20% mais rápido entre os robôs de pequeno porte.  Com capacidade de carga útil de 0,5 kg, alcance horizontal de 350 mm e vertical  de 495 mm, o Yaskawa MotoMini   foi projetado para atuar em áreas, como montagem, inspeção, embalagem e alimentação de dispositivo, entre outras, favorecendo a produtividade, devido proporcionar redução dos tempos de ciclo.

Desenvolvido para uma ampla gama de aplicações, graças à sua rapidez,  entre outras particularidades que distinguem o Yaskawa MotoMini no mercado, destaque para as opções de posição de montagem, “podendo ser no  plano,  teto ou mesmo em espaços relativamente   reduzidos, não interferindo no leiaute de produção, devido possuir cabeamento elétrico e linhas de ar arranjadas internas”, informa Icaru Sakuyoshi, diretor presidente da multinacional japonesa no Brasil.

Além de compacto e silencioso, o mini robô  eleva o processamento de pequenas partes a um novo patamar de produtividade. “O Yaskawa MotoMini pode ser programado e controlado segundo a norma IEC61131-3 e padrões abertos de programação” , afirma Sakuyoshi.

Sobre 

 

Sobre a Yaskawa Motoman do Brasil

 

Empresa do grupo Yaskawa Electric Corporation, líder mundial na fabricação de robôs industriais, a unidade brasileira tem sede no município de Diadema, Estado de São Paulo e atende todo o território nacional e América do Sul. Além de garantir a instalação eficiente dos sistemas, a equipe da Yaskawa Motoman do Brasil está qualificada para dimensionar e especificar robôs adequados para a necessidade dos mais diferentes processos industriais. A empresa oferece assistência técnica, de modo assegurar a produção ininterrupta das linhas produtivas. Entre os segmentos industriais atendidos, destacam-se: automobilístico, autopeças, linha branca, eletroeletrônica, construção, alimentício e farmacêutico.

 

Mais informações: www.motoman.com.br

Fiesp divulga proposta para retomada da economia em 45 dias

depositphotos_6530258-stock-photo-oil-workers-and-pipelines

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou no último sábado (18) uma proposta para a retomada da economia em 45 dias, caso a disseminação dos casos provocados pelo novo coronavírus esteja sob controle.

O documento foi encaminhado para os associados e defende que a abertura dos negócios seja feita o mais breve possível e de forma gradual, desde que sigam as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Segundo a Fiesp, no primeiro momento será preciso realizar um distanciamento social seletivo para quem está no grupo de risco como idosos, diabéticos, cardiopatas e hipertensos, além das pessoas que estão com a Covid-19.

A entidade também defende o uso disseminado de máscaras por toda a população e horário de funcionamento alternado para os estabelecimentos comerciais, evitando assim a aglomeração de pessoas no transporte público. Na proposta, continuam suspensos os eventos com grande número de pessoas.

De acordo com a entidade, os primeiros estabelecimentos que podem ser reabertos são creches e escolas, restaurantes, comércio varejistas e transporte com frota de horário de pico. No 14º dia seriam reabertos shoppings centers e demais serviços, a reabertura dos parques seria no 28º dia com entrada controlada dos visitantes e por final, cinemas, academias, teatros, museus e universidades no 42º dia.

Na proposta também consta uma sugestão de horário de funcionamento para diversos setores da economia, além de diretrizes que devem ser adotadas no local de trabalho e  em casa. O relatório completo pode ser acessado clicando aqui.

A Abimei está seguindo as recomendações das autoridades de saúde e está atuando junto aos seus associados, desenvolvendo melhores práticas para o desenvolvimento da indústria. Continue acompanhando as nossas redes sociais para receber as nossas atualizações.